Nem justa, nem injusta: Discriminadora. As Mulheres e a guerra.

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Fernanda Henriques

Resumo

Que pode uma reflexão filosófica fazer ao tema as Mulheres e a guerra? A que meandros discursivos obriga uma tal reflexão? Que horizontes devem ser convocados?
Os gerais, sobre as guerras? Os particulares e empíricos sobre esta ou aquela guerra? Os temporais? E a ser assim, dentro de que quadro? Por exemplo, se se tomar em linha de conta as guerras a partir do século XX, poderá haver a mesma abordagem reflexiva à guerra de 14/18 e às guerras da década de 1990, como é o caso da ex-Jugoslávia, ou às novíssimas guerras, do século XXI?
Por outro lado, que quadro epistemológico pode ser convocado dentro dos campos, já muito latos, que hoje abordam a questão das Mulheres e da guerra?
Estas e outras interrogações levaram-me a considerar importante definir alguns pontos que esclarecessem quer o lugar de análise do presente texto, quer o consequente nó problemático que ele engendra

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Como Citar
Henriques, F. (2017). Nem justa, nem injusta: Discriminadora. As Mulheres e a guerra. Medi@ções, 5(1), 93–115. https://doi.org/10.60546/mo.v5i1.153
Secção
Dossier