Aprendizagem informal, bem-estar e envelhecimento positivo

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Maria José Gonçalves

Resumo

Os conceitos de aprendizagem formal, não formal e informal nem sempre têm fron-teiras muito claras e, com alguma frequência, surgem intercepções e/ou interdepen-dências entre eles. Reflectindo sobre resultados de uma situação de aprendizagem informal, em contexto comunitário urbano, com um grupo de mulheres de mais de 50 anos, reformadas ou desempregadas, este artigo procura evidenciar, por um lado, como as fronteiras entre aprendizagem não formal e informal são, aqui, difíceis de destrinçar e, por outro lado, como as aprendizagens, comportamentos, estilos de vida e (re)criação identitária na maturidade e na velhice podem ser influenciados pelo nível de educação formal a que se teve acesso. O artigo também se propõe articular as noções de identidade e de tempo com os processos de aprendizagem informal na velhice e relacioná-las com a experiência da pessoa que envelhece. Con-clui-se que a situação de aprendizagem informal aqui apresentada contribuiu para a melhoria da auto-estima, auto-confiança, autonomia, alteração de hábitos e estilos de vida e, consequentemente, para uma maior felicidade dos membros do grupo.

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Como Citar
Gonçalves, M. J. (2014). Aprendizagem informal, bem-estar e envelhecimento positivo. Medi@ções, 2(2), 46–62. Obtido de https://mediacoes.ese.ips.pt/index.php/mediacoesonline/article/view/71
Secção
Dossier